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terça-feira, julho 22, 2014

#26: Voar de helicóptero

No último final de semana, viajei para Monsenhor Paulo, Minas Gerais, terra de minha mãe. Até havia pensado no que fazer de diferente por lá, já que meus 30 se aproximam e ainda faltavam 5 experiências. Mas, no geral, não há muito o que fazer na cidade, já que ela é super pequena e só costumamos ir pra lá para visitar a família e os amigos, mesmo.

Qual não foi minha surpresa quando comecei a ver banners espalhados pela cidade: “Vamos voar de helicóptero?”

Sempre quis andar de helicóptero e até tinha colocado na minha lista de coisas novas a fazer. Porém, cheguei a pesquisar um vôo saindo do Aeroporto Campo de Marte e achei muito caro na época. Acabei esquecendo isso.

Corta. De volta a Monsenhor Paulo, banners espalhados pela cidade, resolvi ligar pra saber quanto era. R$ 70,00 por pessoa, até três pessoas. Me animei! Meu tio Rogério, 68 anos, topou na hora, assim como minha prima Raquel.


O helicóptero saía do campo de futebol da cidade. Era o primeiro vôo do dia, e ele precisou ficar esquentando por um tempo. Eram dois lugares atrás e um ao lado do piloto, que deixamos pro meu tio, assim poderia ter uma vista melhor de sua cidade e tirar fotos com sua câmerazinha que deixou preparada.

 
Bardinzada corajosa :)


Deixamos todas as tias avisadas de que estaríamos sobrevoando a cidade. Certamente passaríamos pelas casas de todas elas! :)

O vôo em si foi bem rápido, levou cerca de 10 minutos. Tanto a decolagem quanto o pouso foram super suaves e não ficamos com medo em nenhum momento. Sobrevoamos a praça central, que fica em frente à igreja, por onde tantas e tantas histórias passaram. Fiquei lembrando de quantos dos meus priminhos pequenos (hoje todos enormes) já levei pra brincar ali, fora minhas histórias de infância e adolescência. A praça pareceu menor vista de cima :)


Circulamos pela cidade, avistando de longe as tias nas janelas. Meu tio, encantado, pediu ao piloto que passasse em frente à sua casa, pra que pudesse fotografar. O dia ajudou a deixar a paisagem ainda mais bonita.


Bonito de ver, do alto, a cidade que desde sempre mora no coração.

:)

sábado, julho 19, 2014

#24: Conhecer Edimburgo, na Escócia

21 de maio, dia do aniversário de minha mãe. Já tínhamos passado uma manhã muito especial na Catedral de Saint Paul, em Londres, e partiríamos de trem às 15h30 rumo a Edimburgo, na Escócia.

Era mais um dia lindo e já havia me informado sobre todos os lugares pelos quais passaríamos, e que valia prestar atenção. Descobri que o melhor era ficar ao lado direito do trem, assim a paisagem seria ainda mais bonita. Durante as pouco mais de 4 horas de viagem, passamos por castelos e igrejas incríveis nas cidades de York e Durham, além de uma paisagem costeira maravilhosa em Berwick.

Chegamos a Edimburgo por volta das 20h e, ao sair da estação, ficamos absolutamente maravilhados com aquela paisagem medieval. Era fim de dia, o céu começava a ficar amarelado, e os monumentos despontavam na paisagem como se tivessem sido colocados lado a lado, um a um, estrategicamente posicionados pra que pudesse passar uma grande avenida pelo meio. Dá a impressão de que tudo acontece ao longo desta avenida, já que a região central, que concentra praticamente todos os pontos turísticos, é relativamente pequena.


No dia seguinte, muito frio e chuva. Era primavera, e os 7 graus não intimidavam as flores muito coloridas e o gramado verdinho por onde passamos. Estávamos no Princes Garden, a caminho do castelo, o grande ponto turístico da cidade. Incrível contemplar essa natureza tão diferente em contraste com a arquitetura do lugar, tendo como clima essa neblina constante que dava um ar misterioso.


A visita ao castelo levou praticamente o dia todo. São muitos os museus que contam a história dos “highlanders” - os homens da terra alta -, as histórias de guerra, além de espaços que explicam a cultura da Escócia, seus costumes e crenças.

Muito divertido :)
De todos os lugares do castelo, vistas maravilhosas da sombria cidade, sob uma chuvinha fina que insistia em cair.

Cenário de filme.
Em cada ponto estratégico do castelo, haviam os guardinhas vestidos com as famosas kilts, as saias escocesas, que faziam a troca da guarda de vez em quando. É até engaçado porque eles são muito sincronizados e a “coreografia” é até um pouco exagerada, mas foi muito interessante conhecer um pouco mais sobre essa cultura.


O castelo também permite visita às antigas prisões de guerra, em que não só as instalações foram mantidas conforme as originais, como também a energia parece ter sido mantida. Na verdade, essa energia pesada é algo que se sente ao longo de toda a cidade, talvez pela tortuosa caça às bruxas no século XVI e pelo grande número de execuções que aconteceram ali.

Alguém não estava se importando muito com isso, rs
Além do castelo, há uma série de lugares incríveis para se conhecer na cidade. Ainda no primeiro dia, terminamos a tarde no Calton Hill, um parque que tem uma vista linda da cidade e conserva algumas instalações arquitetônicas maravilhosas.




Também fomos ao Arthur’s Seat, que fica no Hollyrood Park. A caminhada é relativamente pesada e meus pais não quiseram acompanhar, mas a vista de lá do alto é a mais bonita de toda a cidade. Nem o vento gelado impediu que a gente ficasse por ali, admirando tudo aquilo.



Todos os dias em Edimburgo, exceto a chegada, foram fechados, cinzas e frios, com raras aparições do sol. E isso só conseguiu fazer com que a energia e a beleza do lugar se tornassem ainda mais especiais.

Novos amigos :)


Se pudesse escolher uma palavra pra descrever a cidade, seria mágica. Poética e literalmente.

Alguém duvidaria?

segunda-feira, julho 07, 2014

#23: Beatles tour

Passar um dia em Liverpool foi uma das experiências mais incríveis que já vivi até hoje. Pra quem, como eu, cresceu ouvindo Beatles, estar na cidade em que eles nasceram, conhecendo tudo o que fosse relacionado à sua história, e ainda por cima com meu pai, um fanático pelo grupo, foi mais do que especial, foi mágico.

Saímos de Londres às 5h30 da manhã. Três horas depois, de trem, chegamos à estação de Liverpool, uma cidade grande com clima de cidade pequena. Pontualmente às 10 horas, chegaria o carro pra nos levar pelo Beatles Tour. O guia parecia ser muito divertido e nos levou por um passeio de três horas pela história dos Beatles.

Nosso carro e o guia simpático :)
Começamos passando pela Catedral de Liverpool, que é imensa - está entre as 10 maiores do mundo. E você pode perguntar: mas o que isso tem a ver com a história? É que o Paul, quando novinho, participou de um processo para participar do coral desta igreja - mas não passou.

De lá, fomos conhecer as casas em que cada um deles viveu em sua infância.

Começamos pela rua em que Ringo viveu, com casinhas muito simples de dois cômodos e banheiro fora da casa, o que fez com que as casas não tivessem muita utilidade atualmente. A rua estava completamente vazia e silenciosa, porque as casas estavam interditadas para demolição, e, além de um pouco triste, foi interessante experimentar um passeio turístico totalmente vazio e tranquilo, em que de fato se podia sentir a energia do lugar.

Fachada da casa de Ringo.

A rua, sem uma alma passando.
A casa de John Lennon era maior e mais bonita. Era, na verdade, a casa de sua tia Mimi, em que viveu por muitos anos, já que sua mãe sofria de problemas com bebida. Ali, tem a famosa placa póstuma que é feita 20 anos depois da morte de pessoas importantes na Inglaterra e colocada nas casas em que viviam. Se prestar atenção, tem por todo canto. O guia nos apontou um ponto de ônibus do outro lado da rua e contou, triste: foi ali que a mãe de John morreu atropelada.

Casa de John Lennon. No alto, a plaquinha azul de honra aos que já foram.
Fomos à casa de George, que também era simples, e depois à casa de Paul, o mais “bem de vida” dos quatro.


Viramos uma esquina e o guia mudou a música no rádio: estávamos em Penny Lane, uma importante rua da cidade, que inspirou a canção de mesmo nome. Ali, havia um outro ponto de ônibus em que os Beatles costumavam se encontrar, além de várias referências à música: o barbeiro, o banco… foi lindo passar por ali ouvindo a música no rádio e tentando imaginar como seriam as coisas naquela época.



Dali, fomos ao lugar em que Paul e John se encontraram pela primeira vez: Catedral de Saint Peter Woolton. Nos fundos da igreja, eram enterradas as pessoas importantes da época. John estava tocando ali em uma festa com sua primeira banda, Quarrymen, quando Paul entrou de bicicleta por um dos portões da igreja e o grupo chamou sua atenção. Ali começava uma parceria de muitos anos.


Neste mesmo lugar, há o túmulo de Eleanor Rigby. Diz a história que John tocava naquela igreja e Paul ficava sempre esperando os ensaios acabarem pra que eles pudessem se encontrar. Numa dessas, compôs Eleanor Rigby, pois achou o nome sonoro. Essa é minha música preferida dos Beatles e me emocionei bastante em mais este lugar silencioso e misterioso da cidade.


Depois passamos pelo Strawberry Field, um orfanato que, pelo que entendi, está desativado. Até porque, por trás do portão - uma réplica fiel ao original, dos tempos dos Beatles - só é possível ver um monte de mato alto. Tem um quê de mistério no silêncio desse lugar.


Terminamos o passeio no Cavern Club, que fica ao lado do clube original em que os Beatles tocavam e onde começaram a fazer sucesso. Buscou-se manter exatamente a mesma estrutura do pequeno clube, que mais parecia uma caverna mesmo, e ainda hoje há shows diários de rock no local.


Passamos a tarde na Beatles Story, o maior museu sobre a história dos Beatles no mundo. Se, durante a manhã, nos tornamos mais próximos dos quatro garotos de Liverpool através de suas vidas, à tarde pudemos conhecer mais sobre a sua trajetória profissional.

Uma verdadeira e deliciosa imersão em sua história, um dia pra não esquecer nunca mais.

sábado, julho 05, 2014

#22: Conhecer Londres

Conhecer Londres nunca foi um dos meus maiores sonhos. Claro que adoraria conhecer a cidade, mas se tivesse escolhido o destino das minhas férias, não iria pra lá neste momento. Mas, como a ideia aqui era guiar meus pais, nesta viagem fomos de trem de Paris a Londres, que meu pai sempre sonhou em conhecer. Ficamos hospedados bem ao lado do Hyde Park, um dos maiores da cidade.
Albert Memorial, no Hyde Park. Bem em frente, a famosa casa de shows Albert Hall.
É engraçado chegar a Londres e já de cara identificar uma cultura muito marcada: ônibus de dois andares, cabines telefônicas vermelhas, além dos táxis, tão clássicos, por toda parte. É aquela famosa e gostosa sensação de se estar em um filme :)

Não se engane: elas cheiram a xixi rs
O bom de não ir com grandes expectativas para um lugar é que a gente sempre acaba se surpreendendo. Londres me encantou a cada esquina que passava. Me encantei com a arquitetura, tijolinhos de um lado e de outro; com as pessoas, tão educadas e corretas; com todos os lugares já conhecidos que só ficam mais lindos quando vistos de perto; por fim, com o tempo, maravilhoso, inacreditavelmente quente, contrariando toda a fama de cidade cinza.

Estação Saint Pancras, deixando a gente de boca aberta logo na chegada.
Fizemos muitos dos passeios comuns aos turistas. Fomos assistir à troca da guarda no Palácio de Buckingham, que começa às 11h em ponto e é bem divertida, apesar de estar tudo muito cheio e não ter dado pra ver tão bem.

Marcha, soldado!
Andamos na London Eye, a famosa roda-gigante, que é bem legal vista de fora, mas de dentro é ok, achei que a volta foi muito rápida, principalmente pelo valor que custa - pouco mais de 100 reais - e quase não deu pra curtir a vista.
Olhando assim, nem parece que cabem 25 pessoas por cabine.
Passamos pela Catedral de Westminster e pela Abadia de Westminster, onde o William e a Kate se casaram. Conhecemos também a Catedral de Saint Paul, tão linda por dentro que conseguiu entrar no meu top 3, junto com a Sagrada Família, em Barcelona, e a Notre Dame, de Paris.

Abadia de Westminster
Mas, de todos os lugares famosos, o que realmente me chamou a atenção foi a Parliament Square, onde fica o Big Ben, grande símbolo da cidade. Pra mim, o ponto mais bonito e marcante da cidade. Parece que ali cai a ficha de que realmente se está em Londres!


Ainda deu tempo de irmos a Camden Town, bairro alternativo em que morava a Amy Winehouse. Aos finais de semana, há umas feirinhas de comida, roupas e decoração que reúnem gente de tudo quanto é tipo. Uma mistura de Benedito Calixto com Rua Augusta e Galeria do Rock. Passamos uma tarde na Oxford Street, a rua das compras, e passeamos pela Baker Street, famosa rua em que “morava” Sherlock Holmes.


Também andamos muito no Hyde Park, delicioso para um fim de tarde. Comemos muito bem em todos os lugares, contrariando outra questão referente a Londres de que não tem comida boa. Fiz meus pais experimentarem o famoso fish and chips, só pra dizer que comeram a refeição mais popular do Reino Unido. 


Ainda assim, ficou a impressão de que deixei de fazer muita coisa que queria. Queria ter ido aos museus - a maioria deles tem entrada gratuita - mas não fomos em nenhum. Queria ter passado um dia todo em Camden Town pra viver mais de perto aquele lugar tão diferente. Queria ter conhecido a Abbey Road, que acabamos não indo. Queria ter entrado na Abadia de Westminster, que estava fechada no domingo. Também queria ter ido à Tower of London, que dizem que é linda, mas no dia acabamos fazendo outra coisa.

Tower of London, que só vimos de fora.
Vontade de voltar lá e viver uma Londres que ainda não conheci. Saio com a sensação de que tem muito mais me esperando lá, numa próxima (e, espero, breve) oportunidade.

segunda-feira, junho 23, 2014

#21: Pôr do sol na Torre Eiffel

Durante os 5 dias que passamos em Paris, vivemos uma série de situações que poderiam vir parar aqui, neste registro de experiências. Fizemos o passeio de barco pelo rio Sena, conhecemos o Jardim de Luxemburgo, entre tantas outras novidades que dariam o que contar.

Acontece que existe um certo critério pra classificar estas experiências: tem que ser algo de fato especial, que traga alguma sensação diferente, enfim, algo que mexa comigo de alguma forma. Muitas vezes, não precisa acontecer nada muito extraordinário pra que a gente se sinta assim. E, dos mais diversos momentos em Paris, o mais especial e marcante deles certamente foi assistir ao pôr do sol com meus pais, ao pé da Torre Eiffel.

Havíamos passado o dia todo em Versailles, e resolvemos apreciar o fim do dia na torre. Eram 21h e o céu estava aberto.


Sentamos no gramado em frente à torre, junto com muitas outras pessoas de diversas nacionalidades. Ambulantes vendiam vinho, cerveja e champagne, e achamos por bem comprar uma garrafa de vinho tinto pra ajudar a esquentar. 28 euros, era o que o camarada queria nos cobrar. Negociações depois, fechamos em 6 euros.


Tomamos aquela garrafa de vinho em três, dando risada e papeando sobre a vida. Minha mãe se arriscou a falar inglês e depois quis brincar de dizer “obrigada” em idiomas diferentes a cada ambulante que passasse oferecendo bebidas. “GRAAAZIE!”, gritou ela na sequência, assustando o ambulante e matando a gente de rir.

Com a torre no reflexo do óculos :)
O dia caía e o céu começava a escurecer. Os aviões que passavam deixavam rastros lindos no céu que, com o finalzinho de sol batendo, geravam um efeito muito bonito.


Nos empolgamos a tirar fotos da silhueta da torre, que parece ter um poder hipnótico que faz com que a gente não consiga parar de olhar pra ela. Aos poucos, as primeiras luzes começaram a se acender. Meus pais ficaram animados: “como pode, ela está ficando ainda mais bonita!”


Mal sabiam eles que, dali a pouco (pontualmente às 22h), ela começaria a piscar, brilhante, aí sim gerando gritos felizes de pessoas encantadas.


Inclusive a gente, é claro :)

Como não amar?

#20: Conhecer o Château de Versailles

O dia nasceu lindo e azul, como todos os que, por sorte, pegamos em Paris. Era dia de ir ao Château de Versailles, que por falta de tempo não tinha tido a oportunidade de conhecer quando estive na França pela primeira vez.

Para ir pra lá, é necessário pegar um trem que leva às cidades vizinhas. Ali, já percebemos a quantidade de gente que viajaria a caminho do palácio. O trem custa pouco mais de 3 euros e leva cerca de meia hora até a estação de Versailles. De lá, ainda é necessário caminhar uns 10 minutos pela cidade (que é uma graça) até a chegada ao suntuoso portão dourado.

Um pouco da gracinha que é Versailles.
A entrada.
 Logo na entrada, vimos as longas filas que se formavam para a visita. Por sorte, logo de cara encontramos um guia português que nos aconselhou a não tentar entrar no palácio àquela hora. “Visitem primeiro os jardins e voltem após as 14h. Agora, vocês vão pegar de 2 a 3 horas de fila; mais tarde, meia hora no máximo”.

Essa era a muvuca que aguardava na fila.
E foi o que fizemos. Seguimos por aqueles jardins super bem cuidados, passeando pelos arbustos e por aqueles paredões de árvores até chegar à fonte de Netuno.

Plantação de coxinha.
E de corações.
:)
Fonte de Netuno
Para ir aos antigos palácios de Maria Antonieta, o ideal é pegar um trenzinho - já que a pé são cerca de 30 minutos. Neste passeio de trem, é possível visitar o Petit Trianon (oferecido a Maria Antonieta) e o Grand Trianon (antiga residência de lazer de Louis XIV), ambos maravilhosos em mármore, com seus respectivos jardins igualmente bem cuidados.
Maria Antonieta, protegida por um fosso de margaridas :)
Grand Trianon
E ainda faltava o tão famoso Château de Versailles, ponto final de nosso passeio por ali. O português estava certo: a fila estava bem menor e, em menos de 30 minutos lá estávamos nós, adentrando o palácio.


Diferente do Palácio Real de Madri, pelo qual fiquei apaixonada mas não era possível fotografar, em Versailles se pode clicar tudo: tetos decorados, salões, lustres… é difícil se controlar pra não tirar fotos de absolutamente todos os detalhes (os japoneses de um grupo grande que estava ao nosso lado não se controlavam não rs), já que é tudo tão lindo.

Capela do palácio
Capela do palácio
O lugar é gigantesco e dentro dele há toda uma estrutura que atendia à família real: uma igreja própria, galerias de arte, salões de festas… Um lugar mais incrível que o outro. É admirável o cuidado em preservar os móveis e estrutura da época, em continuar contando uma história através deste que foi uma importante sede do governo francês.

Terminamos o passeio na famosa sala dos espelhos que, apesar de muito cheia, consegue emocionar quem passa por lá.

Sala dos Espelhos
A verdade é que tudo estava muito cheio e havia filas enormes nos banheiros, barracas de comida e no trenzinho. Às vezes, dava a impressão de que eles não estão muito preparados pra receber aquele monte de gente, pois são poucos banheiros e poucos lugares pra comer. É que é muita gente, gente. Mas isso não tira em nada o encanto do lugar.


Saímos no horário em que o castelo fecha - 18h - e obviamente a estação de trem estava lotada. Quase uma hora depois, pegamos o trem de volta pra Paris, cansados, empoeirados e acima de tudo encantados com tanta beleza.